Interrompo meu recesso bloguístico e a concentração para o GREnal só para indicar aos leitores a leitura de um trabalho interessante, feito pelo blog Jornalon: o R. Valentin, um dos responsáveis pelo blog, fez um levantamento sobre o preço da passagem nos últimos 22 anos, desde 1987. Vale a pena passar por lá e ver, por exemplo, que na era do Real, a passagem começou a R$ 0,38, sob a gestão de Luiz Eduardo Cheida. A passagem acabou a gestão Cheida em R$ 0,60, com aumento dado em junho de 96.
Já na gestão de Antonio Belinati (1997-2000), a passagem foi para R$ 0,70 em maio de 97, passou para R$ 0,80 em janeiro de 1999 e R$ 0,90 em agosto do mesmo ano e foi a R$ 1 em fevereiro de 2000 (três aumentos em 13 meses). Sob Nedson Micheleti o primeiro aumentou foi em junho de 2001, passando para R$ 1,15, chegando a R$ 1,35 em dezembro de 2002 e R$ 1,60 em junho de 2003 - época em que ocorreram protestos e em que morreu Anderson Amaurílio, numa manifestação no terminal, vítima de uma barbeiragem do comandante da PM. Nedson aumentou a passagem para R$ 1,90 em janeiro de 2005 e para R$ 2 em janeiro de 2006. Na verdade, os últimos dois aumentos foram assinados pelo ex-vice-prefeito, Luiz Fernando Pinto Dias (PT), na época em que Nedson estava de férias. Mas é claro que se subiu era porque o titular do cargo estava de acordo.
Veja o histórico completo no Jornalon.
Domingo, 19 de Julho de 2009
Sexta-feira, 17 de Julho de 2009
DIAS PARADOS
O pagamento dos dias parados da greve de 100 dias do funcionalismo municipal, durante a gestão do ex-prefeito Nedson Micheleti (PT) está ameaçado. A Procuradoria do Município se posicionou contra essa proposta como informa o JL online.
Resta saber como fica a relação entre Sindserv e Barbosa Neto (PDT) depois disso.
Resta saber como fica a relação entre Sindserv e Barbosa Neto (PDT) depois disso.
REPÚBLICA DO ACARAJÉ
Corre no meio político a informação de que uma espécie de “tropa de choque” bancada por uma empresa da Boa Terra teria desembarcado na campanha eleitoral de Londrina, já no primeiro turno.
DOCUMENTOS PARA A CEI
Wilson de Jesus, técnico da CMTU, informou que todos os dados entregues pela companhia à CEI da planilha foram feitos de forma oficial. “Os dados que os técnicos encaminharam foi de forma oficial, foram devidamente protocolados”, reforçou.
O técnico da CMTU se manifestou para desfazer equívocos: na semana em que a companhia contestou a planilha apresentada no relatório parcial da CEI da planilha, o presidente da comissão, Joel Garcia (PDT), disse que os dados foram informados pelo Metrolon. Dias depois, outro membro da CEI disse que os dados vieram da CMTU.
O técnico da CMTU se manifestou para desfazer equívocos: na semana em que a companhia contestou a planilha apresentada no relatório parcial da CEI da planilha, o presidente da comissão, Joel Garcia (PDT), disse que os dados foram informados pelo Metrolon. Dias depois, outro membro da CEI disse que os dados vieram da CMTU.
BRINCADEIRA PERIGOSA
Essa informação de que empresários de ônibus estariam de olho no relatório da CEI da planilha, antecipada na Coluna Aparte do JL de domingo e aprofundada na edição de hoje da Folha de Londrina, é uma brincadeira perigosa. Isso porque membros da CEI indicam a tese do rompimento do contrato com as empresas que prestam serviço atualmente.
Conversas desse tipo dão margem para histórias como a de que empresas de ônibus pagariam "mensalinho" a vereadores de outras Legislaturas, como foi levantado num depoimento do ex-vereador Orlando Bonilha, que disse ter recebido dinheiro da TCGL e acusou colegas de fazerem o mesmo.
Conversas desse tipo dão margem para histórias como a de que empresas de ônibus pagariam "mensalinho" a vereadores de outras Legislaturas, como foi levantado num depoimento do ex-vereador Orlando Bonilha, que disse ter recebido dinheiro da TCGL e acusou colegas de fazerem o mesmo.
LUCIANA GENRO
O ex-líder do prefeito Barbosa Neto (PDT) na Câmara, Joel Garcia (PDT), tem sido comparado à deputada federal Luciana Genro (PSol-RS), a "rebelde" filha do ministro Tarso Genro (Justiça), que eleita em 2002 pelo PT, rompeu com o partido do pai, com quem mantém divergências profundas.
Ainda na linha "Luciana Genro", há quem diga que Garcia é o "quarto filho" de Barbosa. Mais rebelde até do que aquele que teve a ideia de sacanear o pai na foto do dia da eleição.
Ainda na linha "Luciana Genro", há quem diga que Garcia é o "quarto filho" de Barbosa. Mais rebelde até do que aquele que teve a ideia de sacanear o pai na foto do dia da eleição.
O DRAMA DO PSF
Enquanto as partes não assinam o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) envolvendo a situação dos 730 funcionários do Programa Saúde da Família (PSF), num imbróglio que diz respeito à passagem do convênio da Santa Casa para o Ciap, esses trabalhadores vivem dias dramáticos.
A situação é pior para cerca de 150 deles, que foram demitidos no dia 30 de maio e estão com a situação indefinida há mais de 45 dias. Além de não receber a rescisão, eles têm dificuldade para arrumar outro emprego, já que ainda não foi dada a baixa na carteira de trabalho deles.
A situação é pior para cerca de 150 deles, que foram demitidos no dia 30 de maio e estão com a situação indefinida há mais de 45 dias. Além de não receber a rescisão, eles têm dificuldade para arrumar outro emprego, já que ainda não foi dada a baixa na carteira de trabalho deles.
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